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Sandra Dieken - Curriculum vitae


22.08.1930

Sandra Wilna Dieken-Koy, nascida na cidade do Rio de Janeiro, em 22 de agosto de 1930, filha de Wilhelm Dieken e Helena Brabo Salgueiro Dieken.

1937

Iniciou seus estudos de dança com Luiza Carbonell, no Colégio Anglo-Americano.

1939

Prosseguiu seu aprendizado com Maria Olenewa, que a aconselhou a ingressar na Escola de Dança do Teatro Municipal.

1942-1945

Cursou a Escola de Danças Clássicas do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Artista de dança, certificado de habilitação .

Dança pela primeira vez no palco do Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 26 de setembro de 1942, na Dança dos Negrinhos da ópera Aída, de Verdi, com coreografia de Maria Olenewa, na qualidade de uma das crianças da então Escola de Dança do Teatro Municipal.

Participa de espetáculos do Teatro Infantil de Olavo de Barros como solista do grupo de danças do bailarino e coreógrafo Yuco Lindberg.

Apresenta espetáculos na Escola Nacional de Música com seu próprio grupo de danças do Instituto Jesus, formado com seus alunos e colegas da Escola de Dança do Teatro Municipal.




Dança

1945

Igor Schwezoff chega ao Brasil como coreógrafo e diretor contratado pelo Corpo de Baile do Teatro Municipal. Sandra Dieken, aos 15 anos de idade, foi por ele escolhida para ingressar profissionalmente no Corpo de Baile, tendo então estreado ao lado dos primeiros bailarinos da época. Interpretou seu primeiro papel na Bacanal da ópera Tanhauser, de Richard Wagner, com coreografia de Igor Schwezoff, no dia 8 de agosto de 1945, na Temporada Lírica Oficial, que se realizou de agosto a outubro. Participou também da Temporada Oficial de Dança, sob a direção de Igor Schwezoff.

1946

Em sua passagem pelo Brasil, a dançarina e coreógrafa de dança compemporânea Trixie Hallawell, da Inglaterra, cria para Sandra Dieken, Eduardo Sucena e Denis Gray coreografias para apresentações na Cidade do Rio de Janeiro.

Dança em todas as temporadas líricas e de balé, sob a direção do bailarino e coreógrafo Yuco Lindberg.

1947

Nina Verchinina, coreógrafa do Original Ballet Russe do Coronel de Basil, da Ópera de São Francisco etc., considerada pelo famoso crítico inglês Arnold Haskell uma das quatro maiores bailarinas da época, assume o cargo de Diretora do Corpo de Baile do Teatro Municipal. Sob a direção de Verchinina, Sandra Dieken é promovida a solista oficial e participa de diversas coreografias apresentadas por aquela diretora nas Temporadas Líricas e de Dança daquele teatro.

1947

A convite de Nina Verchinina, Sandra Dieken passou a integrar o elenco do Original Ballet Russe do Coronel de Basil, sendo contratada, de imediato, como primeira solista oficial da Companhia.

1948 - 1949

No "Ballet Russe", em turnê pela Espanha, Sandra Dieken estréia no Teatro Lyceo de Barcelona, num papel de primeira bailarina (A Vida), do balé Valse Triste, com música de Sibelius e coreografia de Verchinina. Foi, com isso, a primeira brasileira a dançar um 1º papel na Europa.

Durante dois anos e meio viaja com o Ballet Russe em turnês pela Europa e África, dançando em todos os balés do repertório cumprido por aquela trupe.

REPERTÓRIO DO BALLET RUSSE DU COLONEL DE BASIL:

Valse Triste, Sibelius, Verchinina

Les Sylphides, Chopin, Fokine

Graduation Ball, Strauss, Lichine

Les Presages, Tchaikowsky, Massine

Sinfonia Fantástica, Berlioz, Massine

Francesca da Rimini, Tchaikowsky-Lichine Paganini, Rachmaninoff, Fokine Lago dos Cisnes, Tchaikowsky, Petipa

Carnaval, Schumann, Fokine

Scheherazade, Korsakow, Fokine

Proteo, Debussy, Fokine

Suite Coreográfica, Gounoud, Verchinina

Beau Danube, Strauss, Massine

A Bela Adormecida, Tchaikowski, Petipa

As Danças Plovitsianas do Príncipe Igor, Borodin, Fokine etc.

No Ballet Russe aprimora sua técnica e interpretações artísticas com a famosa pedagoga Lubov Tchernichewa e sob a direção de David Lichine, Nina Verchinina e Sergei Grigorieff.

1949

Em Paris participa de dois filmes rodados com o Ballet Russe: O Lago dos Cisnes, com música de Tchaikowski e coreografia de Petipa (Pas de Quatre), e Graduation Ball, com música de Strauss e coreografia de Lichine.

Estuda com a famosa mestra Lubov Egorova.

1950

Com a dissolução do Ballet Russe, por enfermidade e morte de De Basil, Sandra Dieken ingressa como primeira solista no Grupo de Dansas Nina Verchinina, viajando com a companhia em turnê por inúmeras cidades da Espanha.

1950

Regressa ao Brasil contratada como primeira bailarina do Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

1950/1967

Dança em todas as temporadas oficiais líricas e de balé em papéis de solista e primeira bailarina:

Violeta Elvin/ John Field

Tamara Toumanova/ Oleg Tupine

Alícia Markova/ Oleg Brianski

Margot Fonteyn/ Michael Somes

Yvette Chauviré/ Milorad Miskowitsch

Nora Kovac/ Istuan Rabowski

Les Étoiles de L´Opera de Paris etc.

Dança, entre outros, nos seguintes balés do repertório oficial do Teatro Municipal:

Les Sylphides - música de Chopin e coreografia de Fokine

Variações Sinfônicas - Franck, Leskowa

Stella del Circo - Stinco, Leskova (criação)

Narciso - Ravel, Verchinina

Os Sete Pecados Capitais - Ravel, Leskova, (criação)

Matizes - Bach, Verchinina (criação)

Etudes - Czerny, Lander

Esboços - Gnatalli, Guiser (criação)

Maracatu do Chico Rei - Mignone ,Vasconcellos (criação)

Presságios - Tchaikowski, Massine

Concerto Dançante - Saint-Saens, Schwezoff

Gaîte Parisiense - Offenbach, Massine

O Lago dos Cisnes - Tchaikowsky, Ivanov-Feodorova

Masquerade - Kachaturian, Leskova

O Compositor - Liszt, Gray

Le Beau Danube - Strauss, Massine

Quadros de uma Exposição - Mussorsky, Veltcheck

Les Indes Galantes - Rameau, Lander

Copélia - Delibes, Nuitter/ Saint Leon

O Descobrimento do Brasil - Villa-Lobos, Leskova/ Feodorova

A Bela Adormecida - Tschaikowski, Petipa Suite Quebra Nozes - Tchaikowski, Petipa

Serenata (Eine Kleine Nachtmusik) - Mozart, Dollar

Maracatu - percussão, Franklin (criação)

Raymonda - Glazounoff, Petipa

As Danças Polovitsianas do Príncipe Igor - Borodin, Fokine

D. Quixote - Minkus, Petipa

Águas Primaverís - Rachmaninoff, Messerer

Melodia - Gluck, Messerer

Adágio - Massenet, Franklin (criação)

O Oceano e as Pérolas - Pugny, Gorski/ Feodorova

1967

Em abril de 1967, Sandra Dieken dança na temporada Fonteyn-Nureiev como primeira bailarina convidada do Balé do Rio de Janeiro, sob a direção de Dalal Achcar, criando a Dança Para Quatro Instrumentos, com coreografia de Dalal Achcar, Nino Giovanetti e Gilberto Motta.

Temporadas Líricas:

Le Coq D´Or - Korsakow, Leskowa (criação)

Gioconda - Ponchielli, Franklin (criação)

Carmen, Bizet - Veltcheck (criação)

Carmen - Bizet, Leskova (criação)

Traviata - Verdi, Leskova (criação)

Traviata - Verdi, Gray (criação)

O Guarani - Carlos Gomes, Veltcheck (criação)

Rigoleto - Verdi, Gray (criação)

O Guarani - Carlos Gomes, Gray (criação)

Ainda - Verdi, Veltcheck (criação)

Adriana Lecouvreur - Giordano, Leskova (criação)

Orfeu - Gluck, Leskova (criação)

Sansão e Dalila - Saint-Saens, Veltcheck

Ainda - Verdi. Gray, (criação)

Le Coq D´Or - Korsakow, Feodorova, (criação)

Fausto - Gounod, Leskowa

Excursiona por todo o Brasil:

a) Com o Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

b) Em recitais com seus partners - os primeiros bailarinos Juan Giuliano, Aldo Lotufo,

Johnny Franklin.

c) Com seu próprio grupo de danças.

d) Como primeira bailarina e também fundadora do Balé do Museu de Arte de São Paulo.

e) Como primeira bailarina e coreógrafa do Balé Concerto de Hélio Flávio.

f) Coreografa espetáculos de dança e ópera para o seu grupo de danças e para o elenco de cantores do Automóvel Clube do Brasil.

Faz um amplo trabalho de divulgação da dança em todo o Brasil, especialmente no Estado da Guanabara, apresentando espetáculos de dança em teatros, estádios, escolas, auditórios e fábricas, tendo como partners os bailarinos Johnny Franklin, David Dupre, Aldo Lotufo e Armando Nesi, e com a participação de primeiras bailarinas, solistas e integrantes do Corpo de Baile do Teatro Municipal.

Sob o patrocínio do jornal O Globo realiza, juntamente com o jornalista Rui Porto, uma promoção inusitada, na medida em que realiza espetáculos de danças na maioria dos clubes sociais do Estado do Rio e subúrbios, na época Estado da Guanabara, apresentando balés do repertório clássico internacional e criando coreografias especiais para as salas dos diversos clubes.

Sandra Dieken é eleita pelos diretórios acadêmicos Diretora do Teatro de Arena da Universidade do Brasil, onde apresenta espetáculos com seu próprio grupo de danças e com primeiros bailarinos e elementos do Corpo de Baile do Teatro Municipal




Televisão

Trabalhou em diversas Redes e Estações de Televisão em todo o Brasil:

TV. Tupi (Estado do Rio de Janeiro)

TV. Continental (Estado da Guanabara)

TV. Rio (Estado da Guanabara)

TV. Excelsior (Estado da Guanabara)

TV. Globo (Estado da Guanabara)

TV.Tupi (Estado de São Paulo, Capital)

TV. Record (Estado de São Paulo, Capital)

TV. Jornal do Comércio (Estado de Pernambuco, Recife)

TV. Itacolomi (estado de Minag Gerais, Belo Horizonte)

Como, coreógrafa, primeira-bailarina, produdora, apresentadora, atriz, reporter e entrevistadora.

De 1966 a 1969 produz e apresenta na TV. Continental, aos sábados, em horário nobre, seu próprio programa de dança intitulado Arabesque, o único no gênero realizado no Brasil, no qual apresenta filmes internacionais de dança e do qual participam, em transmissões ao vivo, seus colegas, bailarinos e coreógrafos de maior expoente no país e também estrelas internacionais da dança em turnês pelo Brasil.

Participou do programa da TV Rio Eles vão Longe integrando a comissão julgadora ao lado das professoras Maria Luísa Priolli e Maria Augusta Joppert, na época, respectivamente, Chefe do Departamento e Catedrática da Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil e Chefe do Serviço de Educação Musical e Artística do Departamento de Educação Complementar da Secretaria Geral de Educação e Cultura do Governo do Estado da Guanabara, selecionando crianças e jovens adolescentes, com capacidade artística, oriundos de todos os estados do Brasil, conferindo diplomas de mérito e medalhas aos novos valores brasileiros, como, por exemplo, Cristina Ortiz, hoje famosa pianista internacional.

Coreógrafa da série de programas da TV Continental Jockey Show - uma produçãode Wilson Nascimento.

Apresentadora do programa Elas por Elas um programa diário da TV Continental

Programa Érica Koth Straße, para a Südwestfunk - a emissora de Rádio e Televisão do Sudoeste da Alemanha.

A Traviata: coreografia de S.Dieken. Intérpretes: Sandra Dieken e Janos Wojciecowski.

Programa Auf Los Geht´s Los para o 1º canal da televisão alemã.

Coreografias: Sandra Dieken.

Programas da série Gute Laune mit Musik para a Südwestfunk.

Coreografias: Sandra Dieken

Como locutora faz a dublagem do personagem Josephine Baker no programa Flohmarkt da Südwestfunk.

Como radioatriz na peça estéreo e radiofônica Cruelândia, de Hubert Wiedfeld, para a Inter- Nationes em cooperação com o Instituto Goethe de Munique, sob a direção de Klaus Mehrländer. Assistente de direção: João das Neves.

Com o apoio e a cooperação da WDR - a emissora do oeste da Alemanha, da Hessischer Rundfunk (HR) - a emissora do Estado do Hesse sediada em Frankfurt am Main, do Instituto Goethe de Munique e dos institutos Goethe existentes no Brasil.

Coreógrafa do filme Goethe - uma produção da Transtel.

Coreógrafa do filme SCHILLER - uma produção da Transtel.

De junho de 1970 a agosto de 1990, paralelamente ao seu trabalho no setor da dança, Sandra Dieken exerce intensa atividade na RádioDeutsche Welle" - A Voz da Alemanha. Inicialmente como diretora de gravações do programa brasileiro da emissora. A partir de 1980 como jornalista, redatora de programas culturais de atualidade, fazendo a cobertura de eventos, religiosos, culturais e políticos. Destaca entre as suas produções O Clube do Ouvinte e a série de programas Passeio Pelas Cidades Alemãs, que produziu durante dez anos a convite do Programa Alemão da Emissora.

De 1990 a 1999: colaboradora livre de A Voz da Alemanha.

Sandra Dieken considera a sua atividade jornalística de grande importância para um maior desenvolvimento de sua personalidade. Coberturas de acontecimentos políticos, culturais, entrevistas com personalidades de renome mundial enfim... viagens pela Alemanha e países da Europa tornam sua profissão jornalística fascinante. Tanto que, hoje em dia, já não poderia viver encerrada exclusivamente no "mundo da dança", pois também necessita, para suas criações coreográficas e no seu dia a dia, de um contato direto com o mundo atual, com todos os seus problemas, bem como com os acontecimentos ligados à Humanidade e a nossa era.




Teatro

1953

Como coreógrafa: Divertimentos - uma revista em dois atos de autoria do Professor Augusto Boamorte (Teatro da Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro).

 

Trabalha juntamente com o 1º bailarino Denis Gray em produção de Zilco Ribeiro no Teatro

Follies.

 

1960

Como atriz: peça teatral sob a direção de Benedito Corsi, com o ator Napoleão Moniz Freire.

 

1965

Como coreógrafa: Os Fantásticos, com direção de Antônio de Cabo (Teatro Carioca).

 

1966

Como coreógrafa e assistente de direção: Onde Canta o Sabiá, com direção de Paulo Afonso Grisolli (Teatro do Rio).

 

Como diretora e coreógrafa: O Palhaçinho Plim Plim - um auto de Natal de Walmyr Ayala (Teatro do Instituto de Resseguros).

 

1967

Como coreógrafa: Pindura a Saia, com direção de Graça Melo (Teatros João Caetano e República).

 

1967

Como coreógrafa e assistente de direção: Sabiá 67, com direção de Paulo Afonso Grisolli (Teatro Copacabana).

 

1968

Como coreógrafa: Ad Libitum, com direção de Paulo Viard (Sala Cecília Meireles).

Cria para este espetáculo (do qual participaram também o Quinteto Villa-Lobos e o Sexteto de Vitor Assis Brasil) um Septeto de Danças.

 

1968

Como coreógrafa: Irma La Douce, com a direção de Antônio de Cabo (Teatros Ginástico e João Caetano).

 

1968

Como coreógrafa e responsável por toda a movimentação corporal da peça A Parábola da Megera Indomável, sob a direção de Paulo Afonso Grisolli. Este foi o primeiro trabalho do consagrado grupo Comunidade (Teatro do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro).




Magistério

1946 - 1948

Leciona dança clássica e contemporânea no Instituto Jesus.

Apresentações de alunos na Escola Nacional de Música.

1952 - 1954

Professora de dança da Escola Cultural de Arte.

Apresentações de alunos no Teatro Duse, a convite de Pascoal Carlos Magno.

Apresentações de alunos no Teatro Municipal em espetáculos da Escola Cultural de Arte.

1954

Fundação da Academia de Artes Sandra Dieken.

Apresentações de seus alunos no Teatro Municipal, em espetáculos teatrais e em programas culturais de televisão.

1962 - 1965

Leciona dança no Clube Monte Líbano onde também organiza espetáculos e shows artísticos.

Participou de inúmeras bancas examinadoras da Escola de Danças do Teatro Municipal e também de banca examinadora para a admissão de novos bailarinos para o Corpo de Baile do

Teatro Municipal, ocasião em que também ministrou a aula de exame para os candidatos.

A partir de 1970

Passou a residir na República Federal da Alemanha onde, juntamente com Georg Franke, fundou, em 1971, na cidade de Colônia, o Projektgruppe Bühnentanz do Studiobühne und Filmwerkstatt da Universidade de Colônia, o qual se encontra, até a presente data, sob sua direção.

Criações para o Projektgruppe Bühnentanz, de 1971 a 1998:

Impressionen zu Rilkes 10. Duineser Elegie (Impressões sobre a Décima Elegia de Duíno, de R. M. Rilke), com música de J.S.Bach, libreto de Henrik Koy e coreografia de Sandra Dieken.

1º Prêmio do Concurso Internacional de Bagnolet (1974) - Projekttgruppe Bühnentanz.

Lea am Tage der Hochzeit ihres Mannes Jacob mit ihrer Schwester Rahel (Lia no dia das bodas de seu marido Jacó com sua irmã Raquel), com música de B.Bartok, libreto de Henrik Koy e coreografia de S.Dieken.

Suchen und Haben (A Busca e a Posse), com música de J. Haydn e folclore de Java. Libreto: Henrik Koy. Coreografia: S.Dieken.

Bachianas Brasileiras, com música de H. Villa-Lobos.

Coreografia e concepção geral do espetáculo: S. Dieken.

Ausgeträumt Traumen (Imaginação Morte Imaginada). Texto:S.Beckett.

Concepção Geral do Espetáculo: S.Dieken- Henrik Koy.

Idylle- Projekt - Flucht in den Traum

(Idílio- Projeto - Fuga no Sonho) - uma colagem de Dança e Textos de Franz Kafka, Irmãos Grimm, Oscar Wilde e Samuel Beckett.

Música: Versão instrumental de Lieder de Johannes Brahms na interpretação de Thomas Rademacher (violoncelo), Ulrich Rademacher (piano) e Manfred Wordtmann (saxofone).

O Lied Ruhe Süßliebchen foi interpretado pelo tenor Peter Schreier: ao piano Peter Rösel.

Libreto: Henrik Koy.

Direção: Sandra Dieken.

Idylle-Projekt - Flucht in den Traum:

Primeiro sonho: Ein Stück von alter Zeit

Texto: Franz Kafka (Eine kaiserliche Botschaft).

Música: Claude Debussy (Prelude a l´apres midi d´un faune).

Coreografia: Vaslav Nijinsky (revivida segundo a partitura de notação de dança do artista por

Ann Hutchinson Guest e Cláudia Jeschke).

Intérprete: Pascal Sani.

Segundo sonho: Liebe und Verzauberung

Texto : Irmãos Grimm (Jorinde und Joringel)

Música: Johannes Brahms (Mainacht und Meerfahrt Lieder em versões instrumentais)

Terceiro Sonho: Haß und Opfer

Textos: Oscar Wilde (motivo de Die Nachtigal und die Rose) e Irmãos Grimm (motivo do conto Jude in Dorn).

Música: Johannes Brahms (Von ewiger Liebe) - Lied (versão instrumental).

e Ruhe, Süßliebchen (tenor/piano).

Quarto Sonho: Verzweiflung und Behaglichkeit

Texto: Oscar Wilde (motivo de Die Nachtigal und die Rose).

Música Johannes Brahms- "Muß es eine trennung geben? e" Treue Liebe dauert lange" (Lieder em versões instrumentais)

Quinto Sonho: Ausgeträumt träumen

Texto: Samuel Beckett.

Intérprete: Henrik Koy.

Dança: Pascal Sani.

Coreografia: Sandra Dieken.

Concepção do espetáculo e interpretação dos textos: Henrik Koy.

Intérpretes: Monika Montiva, Lotta Svalberg , Ingo Diehl e Pascal Sani.

1971 - 1998

Pedagoga e diretora do setor de dança do Akademisches Sportamt da Universidade de Colônia.

Fundadora e Diretora do Projektgruppe Bühnentanz do Studiobühne e Filmwerkstatt da Universidade de Colônia.

S. Dieken coreografa para o Instituto de Música da Universidade de Colônia a ópera Orfeu, de C.W. Gluck, sob a direção do Diretor de Música da Universidade, maestro Dieter Gutknecht, expandindo assim a área de atuações do Projektgruppe Bühnentanz.

O Projektugruppe Bühnenetanz participa também de diversos eventos culturais e apresentações comemorativas por ocasião, por exemplo, do trancurso dos 50º e 60º aniversários de A Voz da Alemanha, emissora internacional da República Federal da Alemanha, ou de turnés empreendidas pelo país com diversos espetáculos, com a inclusão de uma produção intitulada Olé Südamerika, sob o patrocínio da Cia. de Navegação Aérea Lufthansa ocasião em que o Projekttgruppe Bühnentanz voltou a interpretar coreografias com influências latino-americanas, como já havia ocorrido anteriormente quando das apresentações da coreografia Bachianas Brasileiras.




Outros dados

Prêmios, medalhas, diplomas, troféus, como melhor bailarina e melhor coreógrafa.

Medalha e Diploma de Mérito Carlos Gomes, outorgados pelo Governo brasileiro em outubro de 1965, por serviços artísticos prestados ao Brasil.

 

Recordista mundial feminina de caça submarina na categoria "Mero", com um peixe de 105 kilos arpoado em Sete Cabeças, Angra dos Reis, em 1974.

 

Colobora com o Salão Carioca de Arte Infantil - uma promoção de O Jornal do Brasil




Bibliografia

Enciclopédia Delta Larousse (1968, Editora Delta)
Memórias e Glórias de um Teatro (1971, Companhia Editora Americana)
De Basil´s Ballet Russe (1982, by Katrine Sorley Walker-Hutchinson / Conway St. Wip
6 JD London / 0-689-11365-X Atheneum)
A Dança Teatral no Brasil (1988, Eduardo Sucena / Ministério da Cultura / Fundação Nacional de Artes Cênicas)
Dicionário de Balé e Dança (1989, José Zahar Editor)
História da Dança (1999,Eliana Caminada, Editora Sprint)
100 anos de Carnaval no Rio de Janeiro (2000, HAROLDO COSTA, COPYRIGHT by IRMÃOS VITALE S.A. IND. e COM. SÃO PAULO)
25 Jahre Studiobühne+Filmwerkstatt der Universität zu Köln

Série Memória

Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro

Ministério da Cultura Funarte

1- DENNIS GRAY by MARIBEL PORTINARI 2001

4- EUGÊNIA FEODOROVA by MARIBEL PORTINARI 2001

6- TATIANA LESKOVA by ROBERTO PEREIRA 2001

8- NINA VERCHININA by BEATRIZ CERBINO 2001





Stand: 02.02.2007 19:38 

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